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Vitinha, eleito o melhor jogador em campo no triunfo do PSG sobre o Machester City (4-2) para a Liga dos Campeões, analisa o jogo, na flash interview da DAZN, e fala sobre as diferenças entre o clube parisiense e a Seleção Nacional, no que concerne ao seu estilo de jogo:
«Em três palavras? É difícil depois de um desgaste destes… Diria competência, orgulho e qualidade. É muito difícil jogar estes jogos, mas eles também são muito prazerosos. Trabalhámos para ser jogadores e para jogar estes jogos. Fizemos uma primeira parte incrível. O que fizemos aqui não é normal e era natural que, na segunda parte, com alguns ajustes que eles fizeram, viessem com tudo. Foi o que aconteceu. Demorámos um bocadinho a acertar a pressão em algumas posições e isso levou a que eles conseguissem levar o jogo um bocado mais para a nossa área. Começaram a fazer cruzamentos e ficou mais difícil para nós. Ainda assim, fizemos um golo na segunda parte e tivemos um penálti falhado. Não foi só City, mas foi mais City. No cômputo geral fizemos um jogo incrível. Estou muito orgulhoso da equipa, não só de quem começa como de quem entra. Foi a chave do nosso sucesso nos últimos dois anos. Continuamos a mostrar que somos muito capazes de manter esta competência e qualidade, o que não fácil. Mas estamos ainda em outubro, é um caminho muito longo. Espero que continuemos assim.»
«Estava a contar (com a assistência de calcanhar de Zaïre-Emery), mas a verdade é que não sabia se ele ia dar o passe ou não. O passe é excecional, ele tem de ter visto antes. É o que os grandes médios fazem. Ele “viu” com a nuca, quando os médios conseguem fazer isso são de outro nível. Ainda bem que o fez e que me viu, porque estava mais bem posicionado. Depois, felizmente, acertei bem na bola e consegui fazer golo.»
«Traz-me entusiasmo porque me sinto mais completo. Na equipa pedem-me umas coisas, na Seleção pedem-me outras. Tento fazer tudo e isso deixa-me, como jogador, muito mais completo. É perfeito ter esses dois papéis diferentes.»