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Resumo
O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) decidiu, por unanimidade, proibir a jogadora trans Tifanny de atuar na Superliga 2026/2027, revogando a liminar da 44ª Vara Cível do Rio de Janeiro que a liberava para jogar pelo Osasco. Com a determinação, a atleta desfalca o time na partida deste sábado contra o Batavo Mackenzie. Diante do novo revés na Justiça Desportiva, a defesa de Tifanny já planeja ingressar com um pedido de reavaliação junto ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) decidiu, nesta sexta-feira (23/10), voltar a proibir a presença de Tifanny em partidas da Superliga 2026/2027. Na audiência sobre o caso de elegibilidade da atleta trans, decisão unânime.
Assim, a limitar obtida pela atleta na 44ª Vara Cível do Rio de Janeiro, no dia 16, foi revogada. Na ocasião, Tifanny conseguiu a liberação para atuar na Supercopa, vencida pelo Osasco São Cristóvão Saúde, em São Luís, no Maranhão.
Na última segunda-feira, ela também pôde participar da estreia do time paulista na Superliga contra o Brasília BRB, após adiamento do julgamento no STJD. Com a nova decisão, Tifanny não poderá atuar neste sábado, contra o Batavo Mackenzie, pela segunda rodada da competição nacional.
A batalha jurídica, porém, não terminou. A defesa da jogadora pretende entrar com um pedido de reavaliação no Tribunal de Justiça do Rio. A informação foi publicada pelo Globo Esporte.