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O desaparecimento de bolas durante o aquecimento na Neo Química Arena virou motivo de reclamação do Vitória. Após o empate em 1 a 1 com o Corinthians, na última segunda-feira (19), pelo Brasileirão, o presidente do clube baiano se revoltou com a situação e afirmou que o problema se repete toda vez que a equipe visita o estádio alvinegro.
“É o único estádio do Brasil onde a gente já vem sabendo onde vamos perder cinco ou seis bolas no aquecimento. Ninguém devolve as bolas. Isso é um absurdo. Toda vez que a gente vem jogar aqui, as bolas que caem para a torcida não voltam. Eu acho um absurdo”, reclamou Fábio Mota.
O problema, porém, não afeta apenas os adversários do Corinthians. Segundo apurou a ESPN, o próprio Timão também sofre com o sumiço de bolas durante as partidas disputadas em sua casa. Com frequência, as bolas chutadas em direção às arquibancadas acabam ficando com torcedores, não sendo devolvidas ao campo.
O ''sumiço'' do material na Neo Química Arena já foi, inclusive, relatado em súmula pela arbitragem.
''Informo que durante o 2º tempo da partida não haviam bolas nos suportes ao lado da meta do goleiro mandante. Reiteradamente, a equipe de arbitragem solicitou o posicionamento das mesmas aos seus devidos lugares, fato que não ocorreu durante todo o 2º tempo e ocasionou acréscimos ao tempo regulamentar'', escreveu o árbitro Davi de Oliveira no documento da partida do Corinthians contra o Vasco, no dia 26 de abril.
A situação gera um prejuízo recorrente para o Corinthians, que perde entre quatro e cinco bolas por jogo em Itaquera, e seus adversários. O número chama a atenção principalmente diante da quantidade de material disponibilizado para a temporada.
A reportagem soube ainda que a CBF fornece 30 bolas por temporada para os clubes, além de disponibilizar outras cinco para as partidas realizadas como mandantes.
Vasco (F) - 24/10, 18h30 (de Brasília) - Brasileirão
Mirassol (C) - 30/10, 20h (de Brasília) - Brasileirão
São Paulo (F) - 04/11, 21h30 (de Brasília) - Brasileirão