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Novo oxigênio ao Internacional, esperança ao Remo e apreensão ao torcedor. O Botafogo, em cinco dias, entregou os três elementos acima e segue em perigo no Brasileirão, lutando contra o rebaixamento para a Série B.
Jogo a jogo, o Botafogo reafirma que a pior exibição é sempre a próxima. Por isso, os sinais são os piores possíveis na reta final da competição, com adversários mostrando ao menos mais vontade e organização – em futebol, todos abaixo do Alviengro seguem devendo. É uma espiral.
As análises em cima das apresentações do Botafogo podem ser simplesmente copiadas e coladas, mudando apenas o nome do adversário. Problemas na defesa, time exposto, relapso e nervoso. Isso desde Martín Anselmi, passando por Franclim Carvalho e nos dois trabalhos de transição tocados por Rodrigo Bellão.
Nem mesmo a sonhada "injeção de ânimo" surtiu efeito. Tite chegou, assumiu o comando, mas perdeu quatro jogos em seis e está longe de entregar o esperado. Um ano inteiro contra o trabalho do treinador, que também não tem conseguido extrair o mínimo de potencial do elenco.
Peças são trocadas, esquemas são modificados, mas o cenário não altera. Na bola, o Botafogo, atualmente, não passa a impressão de que conseguirá reverter o quadro. A "sorte" talvez esteja na proximidade da pontuação de corte e jogos em casa.
Com o resultado, o Alvinegro fica estacionado nos 39 pontos, em queda livre quanto ao desempenho. O próximo jogo será na quarta-feira (4/11), no Nilton Santos, contra o Atlético-MG.