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O Vasco tem duas preocupações para o confronto contra o Palmeiras, no próximo domingo (1), pelo jogo de ida da semifinal da Copa do Brasil. Andrés Gómez e Paulo Henrique vêm convivendo com lesões e ainda não estão 100% recuperados. Apesar disso, a tendência é que a dupla esteja à disposição do técnico Pedro Emanuel para a partida, mesmo que precise atuar com algum desconforto.
No caso de Andrés Gómez, o problema é no pé. O atacante colombiano vinha sentindo dores em decorrência de um trauma anterior, mas o incômodo se agravou nas últimas semanas. Convocado pela seleção colombiana para a última Data Fifa, o jogador não teve um período adequado de descanso e seguiu atuando no limite físico.
A situação chegou ao limite na partida contra o Corinthians, quando Andrés precisou pedir substituição ainda no primeiro tempo por não suportar mais as dores. Posteriormente, o atacante ficou fora até mesmo do banco de reservas no clássico contra o Flamengo nesta quinta-feira (29).
Já Paulo Henrique sofreu uma pancada na região do abdômen durante a partida contra o São Paulo, após receber uma joelhada em uma disputa de bola. O lateral-direito foi substituído no intervalo daquele confronto e voltou a sentir dores na partida seguinte, contra o Boca Juniors, quando começou como titular, mas deixou o campo no segundo tempo.
Desde então, o jogador não voltou a atuar. Contra o Corinthians, ficou no banco de reservas e chegou a trocar as chuteiras por um tênis no intervalo da partida, sinalizando que não teria condições de entrar em campo. Contra o Flamengo também passou os 90 minutos com os suplentes.
Ainda assim, segundo apuração do Lance!, a tendência é que os dois jogadores estejam aptos para enfrentar o Palmeiras. Ainda assim, a comissão técnica e o departamento médico precisarão avaliar as condições físicas da dupla, já que ambos podem chegar ao compromisso sem estarem completamente recuperados.
Após a derrota para o Flamengo, o técnico Pedro Emanuel comentou a situação dos jogadores e explicou que o Vasco tem adotado cautela para evitar o agravamento dos problemas físicos.
- São lesões que vão se alongando ao longo do tempo. O próprio jogador tem vontade de ajudar a equipe. Às vezes nós arriscamos em alguns momentos junto com a equipe médica, mas em outros é melhor segurar. Têm sido pancadas, não tem nada traumático. Felizmente são coisas que estão no nosso controle. Vamos avaliar. Têm sido poucos atletas lesionados. Quero ter todos os atletas, e por vezes até tenho sido injusto com alguns, deixando de fora dos jogos - afirmou o treinador.