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O Brasil receberá o Mundial de Tênis de Mesa pela primeira vez na história em 2029. O anúncio do país como sede do torneio foi feito em maio de 2025 e a cidade escolhida foi o Rio de Janeiro.
No entanto, o local da disputa pode ser mudado para São Paulo. A informação foi revelada pelo presidente da Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM), Vilmar Schindler, em entrevista ao Gaúcha Olímpica, da Rádio Gaúcha.
— A nossa intenção não é mais fazer o Mundial no Rio, mas sim em São Paulo. Devido à logística, e a uma série de fatores, inclusive comerciais, estamos tentando fazer essa troca. Ainda está em negociação, dependemos do aval da ITTF. Nós precisaremos de duas arenas com mais de 5 mil lugares e uma outra para uns mil. A ITTF ainda quer ver o local e vistoriar — ressaltou Schindler.
A mudança de sede, caso aprovada, terá que ser feita até março de 2027. A partir desta data, a CBTM precisará formar uma comissão para a organização do torneio em solo brasileiro.
Esta será a primeira edição do torneio, disputado a cada dois anos, no Brasil e na América do Sul. A candidatura carioca concorria com cidades de Austrália, China, Alemanha, Iraque e Estados Unidos para sediar o Mundial de 2029.
A vinda para o Brasil premia o país que vem sendo destaque na modalidade, principalmente com Hugo Calderano e com Bruna Takahashi.
— Hugo não pertence só ao Brasil. A América inteira é o Hugo. Ele já é continental, não é mais um privilégio só do Brasil. Ele faz parte de um outro mundo. O Hugo é uma prioridade para a confederação e para a nossa administração. É um fenômeno indiscutível — completou o presidente da CBTM.
Em 2025, Hugo Calderano ficou com o vice-campeonato mundial, em Doha, no Catar. Foi a melhor campeão do Brasil na história da competição.