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O Flamengo de Leonardo Jardim ataca melhor, mas se defende pior do que a versão que conquistou o tetracampeonato da Libertadores com Filipe Luís, avaliou Rodrigo Mattos no De Primeira, do Canal UOL.
Sobre o segundo jogo da semifinal contra o Estudiantes, no Maracanã, o colunista disse que o time de Jardim tem mais ferramentas para furar retrancas, mas se defende pior que o time de Filipe, campeão no ano passado. Mattos prevê jogo difícil com um rival fechado.
Acho até que, comparado com o do Filipe Luís, é um time que se defende pior, mas que, para atacar times fechados, ele ataca melhor do que o time do Filipe, porque ele tem uma dinâmica de ataque que tira muito das posições do adversário. Mas vai ser um jogo duro.
Rodrigo Mattos
Mattos afirmou que o Estudiantes deve tentar "se impor" no jogo físico, com bola alta e jogadas de escanteio, o que pede atenção do Flamengo desde o início. Para ele, a equipe carioca precisa "pressionar desde o início" e impor sua qualidade no Maracanã.
O jornalista também apontou retrospecto positivo do Flamengo em casa na Libertadores. Segundo ele, a última eliminação rubro-negra no Maracanã em mata-mata na Libertadores foi em 2020, diante do Racing. Depois disso, o time avançou nas sete vezes em que definiu a vaga no estádio.
Em relação à escalação, Mattos projetou que Jardim deve optar por Pedro como centroavante, por causa da tendência de o Estudiantes atuar fechado. Ele destacou que o camisa 9 melhora a produção ofensiva por ter mais jogo associativo com os meias e pontas.
O time tem uma produtividade ofensiva muito melhor com o Pedro, porque ele tem um jogo associativo com esses jogadores, Lino, Carrascal, Paquetá. E o Bruno Henrique é o jogador mais de marcação e pressão e de atacar o espaço e de atacar contra-ataque. Não vai ser esse tipo de jogo.
Rodrigo Mattos
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