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No embate contra o Estudiantes, o Flamengo não conseguiu furar a defesa adversária e terminou o jogo sem nenhum chute ao gol. O comentarista, em análise, apontou que, apesar de um bom começo, a equipe se desorganizou e permitiu que o rival dominasse a partida com imposição física e cruzamentos perigosos.
PVC, outro analista presente na discussão, discordou da surpresa em relação à dificuldade do Flamengo. Ele destacou que enfrentar o Estudiantes em La Plata é um desafio que todos os times, independentemente de sua estatura, podem enfrentar em competições internacionais.
“A gente analisa o Flamengo como se estivesse jogando contra a Chapecoense no Maracanã. Mas não é lá, é aqui em La Plata”, disse PVC, ressaltando a complexidade do cenário fora de casa que acaba por influenciar o desempenho de qualquer equipe.
Rômulo, por sua vez, teve uma opinião mais incisiva acerca da falta de finalizações. Para ele, é inaceitável que um time como o Flamengo termine um jogo sem acertar o gol em uma semifinal da Libertadores. Isso deixa claro um descontentamento não só com o resultado, mas também com a abordagem tática da equipe.
PVC também comentou sobre a presença de jogadores-chave no time, mencionando que Jorginho faz muita falta e que a presença de Bruno Henrique, mesmo não tendo sido brilhante, é essencial pelo trabalho defensivo que ele proporciona em campo.
No entanto, Rômulo ainda acreditava que um atacante diferente poderia ter rendido mais. Ele sugeriu que um jogo que utilizasse um pivô seria mais adequado para as características de Pedro, que ficou sem espaço para brilhar na partida.
PVC, ao observar a campanha do Flamengo na Libertadores, trouxe um dado reconfortante: o time já havia se mostrado sólido defensivamente, sem sofrer gols em seis dos jogos que disputou. Isso, segundo ele, justificaria um estilo de jogo mais cauteloso quando se joga fora de casa.
O próximo desafio é decidido em casa, no Maracanã, onde o Flamengo precisa reverter a situação e se mostrar mais efetivo para avançar às finais da Libertadores.