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Minhas primeiras memórias assistindo à Fórmula 1 sempre têm os nomes de Felipe Massa e Rubens Barrichello na tabela de tempos da corrida, durante as transmissões da TV Globo. O nome e a bandeira ao lado, que claramente eram um indicativo de que eu tinha que torcer por eles.
GP de Monza, Galvão Narrando, Rubinho vencendo e tema da vitória! Quem viveu sabe. Que saudade! ❤️ https://t.co/2MwZd9YTND
— Massinha F1 (@MassinhaF1_) September 10, 2021
Anos se passaram, os dois se aposentaram e a televisão nas manhãs de domingo já não era mais a atração principal em casa.
Hoje, entendo a importância desses nomes para o automobilismo brasileiro e mundial. E a notícia de que Rubinho vai acelerar pela última vez em um carro de Fórmula 1, durante o Grande Prêmio de São Paulo de 2026, trouxe de volta algumas lembranças como essas.
A despedida será a bordo da Williams FW33, carro que ele pilotou em sua última temporada na categoria, em 2011. E o palco dessa próxima aparição não poderia ser mais simbólico: o Autódromo de Interlagos.
Vice-campeão mundial duas vezes, em 2002 e 2004, quando esta que vos escreve tinha entre dois e quatro anos de idade, Rubinho deixou sua marca na categoria. Seja pelo bom desempenho como companheiro de Michael Schumacher na Ferrari, seja pelos memes que o acompanham até hoje.
A brace for Rubinho ❤️ The popular Brazilian triumphed twice on the hallowed turf, including beating Schumacher by just 0.2 seconds in '02 👀 #F1 #ItalianGP https://t.co/j5g87UHLza
— Formula 1 (@F1) August 29, 2024
Fato é que não há brasileiro que não se lembre dele quando o assunto é Fórmula 1. Tenho certeza de que aqueles que estiverem presentes no GP de São Paulo deste ano vão aplaudi-lo durante sua volta de apresentação, antes da corrida principal, no domingo, dia 8.
Será uma forma de reconhecer tudo o que ele representa para o nosso esporte favorito e de se despedir de um piloto que fez parte da história da categoria e das memórias de tantos fãs brasileiros.