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JuninhoGilvan de Souza / Flamengo
Atualmente no Pumas, do México, o centroavante Juninho comentou sua passagem contestada pelo Flamengo. Contratado em janeiro de 2025, para preencher a lacuna deixada por Gabigol e ser substituto imediato de Pedro, o jogador foi vendido apenas um ano depois. Segundo ele, a responsabilidade de suceder um ídolo do clube foi um grande obstáculo no período.
Além disso, o jogador mostrou confiança ao afirmar que, se tivesse recebido mais oportunidades, conseguiria desempenhar em nível acima. Durante um ano atuando pelo Rubro-Negro, Juninho teve aproximadamente 876 minutos em campo em 32 jogos, o que revela uma média de apenas 27 minutos por partida jogada.
"Fui feliz de ter ido (para o Flamengo), mas infelizmente fui ocupar a vaga de uma lenda dentro do clube (Gabigol), um cara que ganhou tudo. Infelizmente, não tive tantos minutos para provar meu valor, mas me conheço muito bem e sei que um pouquinho mais de tempo ia conseguir mostrar minha capacidade", disse Juninho, em entrevista à "365 Scores".
Nesse contexto, o centroavante marcou quatro gols com a camisa do Mais Querido em 2025. Foram dois no Campeonato Carioca, um na estreia da Libertadores e um último pelo Brasileirão. Juninho chamou a atenção do clube carioca ao se destacar no Qarabag, do Azerbaijão, principalmente após atuações decisivas contra o Bayer Leverkusen na Liga Europa de 2024.
Outro tópico apontado por Juninho como obstáculo durante sua passagem no Flamengo foi a adaptação. Como ele veio do mercado azerbaijano, muito diferente do futebol brasileiro, alegou ter tido dificuldades para se acostumar com o novo ritmo.
Nesse sentido, o centroavante citou Samuel Lino como exemplo. Um dos destaques da temporada atual, o ponta chegou do Atlético de Madrid, da Espanha, em julho de 2025 e teve desempenho abaixo do esperado no primeiro semestre.
"Um exemplo é o (Samuel) Lino, chegou um pouco depois de mim, levou tempo para se adaptar e hoje está sendo um dos melhores jogadores, está até na Seleção. Todos praticamente que estão lá dentro precisaram de tempo e, infelizmente, eu não tive esse tempo", analisou o atacante.