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A Justiça de São Paulo concedeu prazo de dez dias para que o Palmeiras apresente os contratos referentes à venda de Allan ao Manchester City. O clube inglês pagou 40 milhões de euros (cerca de R$ 240 milhões na cotação atual), entre valores fixos e variáveis, para contratar o jogador formado na Academia de Futebol.
A decisão foi proferida na última sexta-feira pela juíza Marcella Leal Restum, da 5ª Vara Cível. O Palmeiras não é réu na ação, mas foi incluído no processo por ter a obrigação de repassar ao Figueirense 10% do valor total da negociação, conforme percentual previsto em contrato.
A informação foi divulgada inicialmente pelo UOL e confirmada pelo Lance!. Procurado pela reportagem, o Palmeiras afirmou não ter preocupação com o pedido e declarou que vai colaborar com as solicitações feitas pela Justiça.
- Apresentar a íntegra dos documentos, inclusive anexos e eventuais aditivos relacionados a forma de pagamento dos créditos decorrentes da transferência do atleta Allan Andrade Elias - diz trecho do documento.
O processo é liderado pela M&f Investimentos e Participações S/A contra o Figueirense, dono do restante do passe de Allan. Além de deter o direito dos 10% da venda, o clube também havia acordado uma bonificação de R$ 750 mil em caso de transferência do atleta.