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Léo Derik voltou a jogar pelo Athletico-PR nesta quinta-feira, 29, após quase três meses afastado. Condenado a 13 anos de prisão por crimes de estupro, o lateral-esquerdo foi titular na derrota por 2 a 0 para o Grêmio, na Arena do Grêmio, em Porto Alegre, pela Série A do Campeonato Brasileiro.
Léo Derik não defendia a equipe principal do Furacão desde o início de agosto, quando perdeu espaço após o caso. Com Claudinho lesionado e problemas na posição, a comissão técnica do Furacão decidiu utilizar o defensor de 21 anos na partida.
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O lateral revelado na base do clube paranaense atuou durante todo o primeiro tempo do duelo, sendo substituído por Benavídez no intervalo.
Após a derrota, o técnico Odair Hellmann defendeu que o clube respeite as decisões judiciais e destacou que o processo ainda não foi concluído.
“Nós temos que respeitar a Justiça, porque é a instância que define”, afirmou o treinador.
Hellmann também comentou a possibilidade de responsabilização do jogador caso a condenação seja confirmada. “Se for definida a situação de culpa dele, certamente o clube e todos vão ter um outro caminho”, disse.
O técnico ainda mencionou a defesa apresentada pelo atleta e a posição do Ministério Público durante o processo. “O Léo fala que é inocente, o Ministério Público falou que ele é inocente. Existe uma condenação, mas existe uma outra etapa”, declarou.
Léo Derik foi condenado em primeira instância a 13 anos de prisão pelo 2º Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Curitiba, no dia 13 de agosto de 2026.
Segundo a acusação, os crimes ocorreram em dezembro de 2023 e fevereiro de 2024. Nas duas ocasiões, o jogador teria utilizado agressividade para forçar relações sexuais com a ex-parceira.
O defensor nega as acusações e afirma que as relações foram consensuais. A defesa recorreu da decisão, que ainda pode ser revista.