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29 out 2026 - 19h52
(atualizado às 19h54)
Resumo
O Santos recorreu ao STJD para reduzir a suspensão de dois jogos aplicada a Neymar, punido pela Lei Vini Jr. após cobrir a boca em discussão contra o Bahia. O clube alega que não houve racismo e cita punições menores dadas a outros atletas pelo mesmo motivo, visando liberar o atacante para o confronto contra o Coritiba em 18 de novembro. O julgamento do recurso ocorrerá no dia 5 de novembro; caso a pena seja mantida, o camisa 10 só poderá voltar a campo diante do Grêmio, no dia 22.
O Santos tenta contar com Neymar para partida contra o Coritiba, no dia 18 de novembro, para 35ª rodada do Campeonato Brasileiro. O clube entrou com recurso no STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva), nesta quinta-feira, e agora aguarda o julgamento no próximo dia 5 de novembro. Inicialmente, o órgão puniu o jogador com duas partidas de suspensão pela expulsão ao descumprir a lei Vini Jr.
A jogada que causou o julgamento ocorreu numa discussão com Rodrigo Nestor, meio-campista do Bahia. Neymar cobriu a boca enquanto conversava com o adversário, atitude que levou à aplicação do protocolo conhecido como "Lei Vini Jr.". Após recomendação do VAR, o árbitro Sávio Pereira Sampaio decidiu expulsar o jogador.
O Santos apresentou duas argumentações para tentar liberar Neymar. O jurídico entende a expulsão não se encaixa na lei Vini Jr, já que o jogador não teria cometido nenhum ato racista e estaria apenas em uma conversa com Rodrigo Nestor, do Bahia, na visão do clube.
Além disso, o clube santista indicou que Arthur Cabral, do Botafogo, e Breno Lopes, do Coritiba, também infringiram a lei Vini Jr e foram punidos com apenas um jogo de suspensão.
Caso o pedido não seja aceito pelo STJD, o craque só voltará a defender o Peixe na partida contra o Grêmio, no dia 22 de novembro, possivelmente no Morumbis. O Alvinegro Praiano, aliás, já solicitou a mudança de estádio e aguarda a confirmação da CBF.
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