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Após jogar para empatar no Maracanã e trazer a vitória, o Palmeiras, claramente, jogou pela igualdade na sua casa, fez alterações covardes sacando Arias e Flaco López para segurar o 0 a 0, sofreu o merecido gol de Hércules, mas teve, novamente, a competência nas penalidades premiada e é finalista da Libertadores.
Marcão, com um elenco inferior e em desvantagem, deu um banho tático e goleou Abel Ferreira em coragem e justificou a idolatria da torcida tricolor. O gol de Hércules, na reta final do jogo, não foi fruto do acaso: o Fluminense foi superior!
E daí? Nos pênaltis, o Palmeiras fez as cinco cobranças: Maurício, Gustavo Gómez, Sosa, Piquerez e Marlon Freitas contaram com a péssima performance do superestimado Fábio.
Do lado do Fluminense, Thiago Silva, Hércules e Arana bateram muito bem, e Nonato, na quarta cobrança tricolor, recuou para Carlos Miguel.
Nas quartas de final, contra a LDU, o Palestra já tinha se classificado com derrota no jogo e vitória nas penalidades!
O Palmeiras não precisou jogar quase nada em 180 minutos contra o Fluminense para ser finalista! Injusto? No futebol, só é injusto quando o apito decide. E a classificação alviverde não passou pela arbitragem!
O Palmeiras, que conquistou a sua terceira Libertadores em Montevidéu, vai brigar pelo tetrar no mesmo estádio Centenário. Muito provavelmente, contra o mesmo adversário, o Flamengo, que derrotou o Palestra na última Libertadores, em Lima, no Peru.
O último dos quatro títulos do Estudiantes foi conquistado no Brasil, em 2009, com uma vitória por 2 a 1 sobre o Cruzeiro após 0 a 0 na ida, em La Plata. Na última terça (20), o Boca Juniors chutou o Vasco, que largou em vantagem com o 1 a 0 na Bombonera, da Sul-Americana.
Isso tudo é para alertar que futebol prega peças, mas é inegável o enorme favoritismo do Flamengo, que tem, disparado, o elenco mais caro e qualificado do continente. Ficarei surpreso, pois, se não for o Flamengo o adversário alviverde na final única, 28 de novembro, no estádio Centenário, em Montevidéu.
Libertadores, Sul-Americana, Copa do Brasil e Brasileirão são importantes, mas nada importa mais do que está em jogo no domingo (25), o segundo turno do mata-mata entre a civlização e a barbárie. Dito isso, reitero o meu respeito e a minha admiração por todo democrata que se posiciona na trincheia oposta à escória fascista e sublinho meu total desprezo pelos isentões covardes da falsa simetria.
1. Chico Buarque x Latino
2. Gilberto Gil x Roger Inútil
3. Maria Bethânia x Jojô Todynho
4. Caetano Velloso x Amado Batista
5. Fernanda Montenegro x Regina Pum do Palhaço Duarte
6. Wagner Moura x Mário Cenourinha Gomes
7. Raí x Robinho Estuprador
8. Juninho Pernambucano x Goleiro Bruno
9. Kleber Mendonça x Mário Frias
10. Rodrigo Hilbert x Juliano Cazarré
11. Fernanda Torres x Cássia Kis
12. Padre Júlio x Flordelis
13. Mario Sergio Cortella x Pastor Valdomiro
Eu sou o Vitor Guedes e tenho um nome a zelar. E zelar, claro, vem de ZL! É tudo nosso! É nóis aqui no iG com a coluna Vitão Raiz!