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Número 12 do mundo, Novak Djokovic disputa o ATP 500 de Basileia, na Suíça, a partir de segunda-feira (27), com a missão de conquistar o 103º título da carreira. O torneio é jogado em piso duro e coberto e distribui uma premiação de 2,5 milhões de euros.
Com esse feito, o sérvio empataria com Roger Federer, que encerrou a carreira com 103 conquistas e é o segundo maior campeão da história do tênis. O recordista absoluto é o americano Jimmy Connors, com 109 títulos ATP.
O objetivo de Djokovic no torneio vai além da marca histórica. Ele ocupa a décima posição no ranking de corrida ao ATP Finals e briga pela classificação ao torneio de fim de temporada. O espanhol Rafael Nadal é o nono colocado e, por enquanto, o último dentro da zona de classificação, com Jannik Sinner fora por lesão no joelho.
Djokovic recebeu um convite para disputar o torneio e foi sorteado como quarto cabeça de chave. Campeão do ATP 500 de Pequim, ele estreia contra o francês Ugo Humbert, 35º do ranking, bom sacador e especialista em quadras cobertas. Os dois se enfrentaram uma única vez, com vitória do sérvio em Wimbledon, em 2019.
O caminho pela chave inclui potenciais duelos contra o alemão Jan-Lenard Struff nas oitavas, Alexander Bublik nas quartas e Ben Shelton na semifinal. Shelton, vice-campeão do US Open e campeão do Masters 1000 de Montreal, é o principal favorito do torneio.
Nadal está do lado oposto da chave, como terceiro cabeça de chave, e só encontraria Djokovic em uma eventual final. O atual campeão do torneio, João Fonseca, não defende o título por ter encerrado a temporada antecipadamente.