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Vitinho foi companheiro de equipe no Botafogo, em 2013. Era uma revelação. Faz 13 anos!
Não jogava como titular do Corinthians desde abril, quando atuou contra o Vasco. Em julho, sofreu lesão. Voltou a jogar contra o Internacional, no segundo tempo da partida da demissão de Fernando Diniz. Entrou no segundo tempo contra o Palmeiras.
Não aconteceu nada com ele entrando em campo desde as quartas de final do estadual, empate por 1 x 1 contra a Portuguesa, no Canindé. Vitinho empatou no último instante, seu único gol desde que chegou ao Parque São Jorge.
Contra o Vitória, Seedorf mudou a formação. Barrou Kaio César e Matheus Bidu, sofreu na criação, sofreu 1 x 0, gol de Renê, centroavante da Portuguesa no dia do 1 x 1 — o jogo de Vitinho.
Vitinho não é o jogador que Seedorf conheceu. O futebol brasileiro não é o mesmo de 2013, quando Seedorf e Vitinho ganharam o Carioca juntos.
Seedorf até ensaiou um Poropopó. Fez só o Poró... timidamente sentou-se.
Yuri Alberto empatou de pênalt: 1x1. Lucas Arcanjo salvou o último chute do jogo.
O Corinthians precisa muito mais do que isto. Precisa voltar a vencer para escapar do rebaixamento.
Não vai ser na amizade.