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Durante programa do SporTV, PC Oliveira opinou sobre a possível expulsão de Erick Pulgar no jogo entre Bahia e Flamengo no último domingo (18) pelo Brasileirão. O especialista em arbitragem teve a sua opinião revelada em meio ao debate sobre as características do lance, por se tratar de um contexto de último homem.
Na jogada que poderia ter ocasionado o cartão vermelho do chileno, o goleiro Agustín Rossi errou na saída de bola, Alejo Véliz roubou para o Bahia e foi empurrado pelo camisa 5. Jorginho, do Flamengo, estava ao lado da jogada.
— Amarelo, sem dúvida. Jorginho estava ao lado — disse André Rizek, revelando a opinião de PC Oliveira, que não estava no programa.
De acordo com o especialista, o fator defensor, um dos quatro D's para a caracterização de uma expulsão direta por chance clara de gol, protegeu Pulgar de ir para o vestiário mais cedo, já que Jorginho seria esse jogador capaz de acompanhar a jogada.
Primeiro Tempo
O Flamengo teve maior volume ofensivo no primeiro tempo e criou boas oportunidades, principalmente com Pedro, Carrascal e Samuel Lino, mas pecou nas finalizações. Do outro lado, o goleiro Ronaldo foi um dos destaques da etapa, com defesas importantes para evitar o gol rubro-negro. O Bahia tentou explorar a velocidade nos contra-ataques, mas encontrou dificuldades para superar a marcação do time de Leonardo Jardim.
Segundo Tempo
Na segunda etapa, o Flamengo manteve a pressão do primeiro tempo, mas o que faltou para o Rubro-Negro no primeiro tempo, sobrou na segunda metade da partida: efetividade. Nos primeiros minutos, o 0 a 0 persistiu no placar, mas aos 18 minutos, após grande jogada, Carrascal foi derrubado dentro da área e o juiz assinalou pênalti para o Flamengo. Com Jorginho na bola, o Rubro-Negro saiu na frente na Fonte Nova.
O domínio do Flamengo continuou e Gonzalo Plata e Paquetá aumentaram a vantagem para o visitante. O segundo gol saiu após Samuel Lino acertar um belo cruzamento e achar Plata sozinho no segundo poste; o equatoriano acertou um belo peixinho. O último gol saiu dos pés do Paquetá, com direito a chapéu. O camisa 11 fez jogada espetacular e marcou o terceiro do Flamengo.