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Resumo
Uma teoria da conspiração que viralizou recentemente nas redes sociais alega que o jogador brasileiro Vinícius Júnior morreu e foi substituído por um clone ou sósia. O boato delirante, que envolve especulações absurdas com discos voadores e até a CIA, ilustra o alcance das narrativas paranoicas no ambiente digital, onde desinformações sem fundamento conseguem atrair a atenção do público ao questionar a identidade e o paradeiro de figuras públicas renomadas.
Por mais absurdas que sejam, as teorias da conspiração costumam funcionar. E muito. Elas funcionavam décadas atrás, quando ufólogos, negacionistas e vários entusiastas da paranoia tinham que se contentar em compartilhar suas ideias em pequenos fóruns ou revistas de baixa circulação, e continuam funcionando no século XXI, quando as redes sociais lhes deram um megafone para serem ouvidos no mundo todo.
O mais fascinante é que as teorias da conspiração não conhecem limites: elas alimentam tantos boatos sobre a morte de Netanyahu quanto sobre Biden ser um clone ou se Shakira usou uma dublê para se passar por ela na cerimônia de abertura da Copa do Mundo. A mais recente teoria absurda se concentra no jogador de futebol brasileiro Vinícius Júnior e vem temperada com discos voadores, tatuagens temporárias e conspirações da CIA.
Algumas pessoas estão convencidas de que Vinícius Júnior não é Vinícius Júnior. Pelo menos não desde o fim da Copa do Mundo, no final de julho. Parece estranho, eu sei; mas essa é a premissa de uma teoria delirante, aparentemente originária do Brasil e que circula nas redes sociais há dias. Basicamente, a teoria da conspiração alega que o jogador brasileiro que vemos correndo atrás da bola é, na verdade, uma espécie de sósia ou clone do verdadeiro.
Por que usar um sósia do Vinícius? Quem está por trás dessa troca? E, acima de tudo, onde está o verdadeiro Vini? Para cada uma dessas três perguntas, existem várias respostas, cada uma mais ...