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Segundo revela a agência AP, Gianni Infantino, presidente da FIFA, foi confrontado esta quinta-feira em reunião do organismo, não dando mais pormenores sobre o plano de venda do Mundial que teve de abortar nem sobre a influência de Donald Trump na despenalização de Balogun no Mundial'2026. O líder do organismo abriu o encontro com um pedido de desculpas.
Debbie Hewitt, vice-presidente da FIFA, disse aos jornalistas que os dirigentes do futebol europeu pressionaram Infantino que, no encontro, deixou no ar a possibilidade de não dar continuidade ao polémico Prémio da Paz, que atribuiu precisamente a Trump.
"O homem tem de responder a essas perguntas. Se não responder a essas perguntas, não, não está apto para ser presidente da FIFA", afirmou Hewitt, que preside à Federação Inglesa de Futebol.
"Não foram dadas respostas satisfatórias. Precisamos de uma pessoa íntegra, alguém de quem se possa esperar que restaure a reputação da associação, que, sem dúvida, se perdeu", afirmou o alemão Bernd Neuendorf, um dos oito delegados da UEFA no Conselho da FIFA.