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Bernardo Fontes foi uma das figuras do triunfo do Sp. Braga frente ao Gent (2-0), na Liga Conferência, com intervenções importantes para preservar a vantagem minhota. No final do encontro, o guarda-redes abordou a possibilidade de chegar à Seleção Nacional, os primeiros dias de trabalho com Franclim Carvalho e a saída de Carlos Vicens.
«Hoje estou focado em afirmar-me no Braga, em fazer uma boa temporada por aqui. Claro que ser internacional é um sonho de criança, é um sinal de que se está no bom caminho. Mas hoje o meu primeiro pensamento é focar-me no Braga, fazer o meu melhor. E, se o selecionador achar que estou em condições de ajudar, ficaria muito feliz.»
«[Fala de Jorge Jesus?] Pode ser, seria bom também. Ficaria muito feliz!»
«Foram bons, foram bons. O grupo também é um grupo muito aberto a ouvir, é um grupo muito humilde. E o míster já conhecia alguns de nós e veio para nos agregar. Foram bons dias.»
«Fico feliz. Estou aqui para ajudar. O intuito de um guarda-redes é sempre que, quando a equipa precisar, estar lá para intervir e ajudar. Eu trabalho diariamente junto com os meus companheiros e com o meu treinador de guarda-redes para isso.»
«Eu não acho que tenha falhado muita coisa. É claro que os resultados não apareciam. Acredito que muitas vezes também nos faltou uma pontinha de sorte, que também é precisa no futebol. Tivemos resultados que, na minha opinião, com alguns detalhes diferentes, nos jogos com o Sporting e com o Gil Vicente, poderiam ter sido diferentes. Até em Copenhaga, se se lembram, tivemos um golo anulado, que era o 1-1. Aqui, não sei, era um jogo totalmente diferente.
Também contra o Sporting tivemos uma decisão duvidosa, não é? No mínimo duvidosa, um penálti. E contra o Gil Vicente, aqui em casa, no 1-1, tivemos uma falta clara. Também tivemos um penálti que seria pelo menos um empate. Mas também somos autocríticos e faltaram-nos algumas coisas. Isso são coisas para corrigir internamente e estamos aqui para olhar para o futuro.»
«Não, não sinto muito esse peso. O Lucas é um amigo que tenho, cresci aqui na formação com ele. Desejo-lhe muito sucesso, não tenho dúvidas de que vai fazer uma bonita carreira. Mas estou aqui para fazer o meu caminho, sou muito humilde. Sei quais são os meus pontos fortes e o que tenho de evoluir e estou pronto para isto.»
«Com certeza, mas hoje não estou focado nisso aqui no Braga. Quando cheguei aqui, com 17 anos, era o meu sonho estar onde estou hoje. Adoro o clube, adoro a cidade e estou muito feliz por estar aqui.»