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"A equipa está motivada para dar uma resposta diferente. Sabemos todos o clube que representamos e a exigência de jogar no Sporting e de querer ganhar sempre. Sabemos das dificuldades do jogo e tentamos trabalhar ao máximo, afastados do ruído e dos resultados menos positivos, como aconteceu com o LASK e o Académico de Viseu. Temos de nos concentrar no trabalho e tentar fazer o nosso melhor. A estratégia será diferente, a abordagem também, mas a vontade é a mesma: voltar às vitórias."
"Os treinadores estão sempre a prazo. Desde que estou no Sporting, estou sempre a prazo. Estou focado naquilo que controlo: ajudar a equipa ao máximo e tentar conquistar a vitória."
"Não vou discutir o teor das conversas com o presidente. Falamos do dia a dia e da equipa. O ruído, bola, zero... Isso passa-me completamente ao lado. Não me preocupa absolutamente nada. Estou focado no meu trabalho. Não cheguei ao Sporting de pára-quedas. Não era o melhor quando fui campeão, nem sou pior por causa de alguns resultados negativos. Não duvido nada daquilo que somos enquanto equipa técnica."
"Sei bem o clube que temos. O diálogo é muito positivo, no sentido de seguirmos todos o mesmo caminho. Conhecemos a estratégia do clube e temos também de olhar para o seu futuro. Trabalhamos sempre em concordância, todos juntos. Podia dizer que precisamos de tempo, mas no futebol não há tempo. Estamos sempre a prazo, mas as portas estão sempre abertas. Não vou justificar os resultados com a falta de tempo. Sabemos qual é a exigência do Sporting e temos de trabalhar para evoluir e crescer rapidamente. Essa é a exigência do clube, independentemente das mudanças. É preciso algum tempo, claro. Chegaram muitos jogadores, a exigência é diferente, vieram de equipas distintas e são jovens. Mas tenho de encontrar soluções. É isso que quero fazer: ser melhor e tirar o máximo de cada um deles."