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Formado entre Olhanense e Benfica, Gonçalo Ramos vestiu o emblema das águias a partir dos 8 anos, o que provoca uma «enorme estranheza» ao pensar em jogar pelos rivais Sporting e FC Porto. O avançado saiu do Benfica – e de Portugal – em 2023, reforçando o PSG.
Até que rumou ao Milan neste verão, acumulando 11 jogos, três golos e uma assistência.
Aos 25 anos, Gonçalo Ramos reconhece a importância de Roger Schmidt, treinador com o qual conquistou o único campeonato português no currículo.
«Foi muito bom trabalhar com o Roger Schmidt. No primeiro dia do estágio em Inglaterra [no verão de 2022], o mister chamou-me ao gabinete para uma conversa a sós. Esclareceu que eu era o ponta de lança titular e não interessavam os bastidores. E foi só isso. A partir daí foi história.»
«Era próximo do Rafa, Grimaldo, João Mário, Chiquinho e do André Almeida. O Rafa é muito reservado, mas adoro-o. Cresci a admirar o Rafa, o Pizzi, o Jonas, o Weigl e o Taarabt», contou ao Canal 11.
Em 2022/23, Gonçalo Ramos conseguiu a melhor época da carreira, com 27 golos e cinco assistências em 47 jogos.
Quanto ao momento atual das águias, o avançado elogia o sucessor.
«Pavlidis? Gosto muito e até temos parecenças, porque ele gosta de jogar um futebol apoiado e baixa para construir, tem critério e liga bem o jogo. E faz muito golo. O Benfica está muito bem servido.»
«Acredito que o Benfica ainda pode chegar ao título. Estão a jogar muito bem e o Milan já o sentiu na pele. Pela qualidade do plantel, acho que é possível. Sabem jogar de cor, porque os processos estão bem trabalhados e saem com fluidez», analisou.
Nesta época, para a Liga Europa, o Benfica visitou o Milan e venceu por 2-0. Gonçalo Ramos foi totalista no Milan de Ruben Amorim.