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Pavlidis, que voltou a fazer o gosto ao pé, explicou o motivo de não ter festejado o golo e preferiu não abordar já o futuro do Benfica na Liga Europa, pensando num jogo de cada vez.
Foi mais uma noite para Pavlidis recordar. Em destaque com a camisola do Benfica, o avançado grego voltou a carimbar uma boa exibição com um golo, ajudando a mais um triunfo do clube da Luz na Liga Europa, o terceiro em outros tantos jogos da fase regular. Na altura em que foi substituído, já na segunda parte, o atleta apresentou algumas queixas na coxa direita e trocou algumas palavras com Marco Silva, mas, para além do golo e de mais uma vitória, Pavlidis leva na bagagem o carinho que recebeu antes, durante e depois do jogo. O apoio que sentiu por parte dos adeptos, mesmo adversários, foi um dos motivos que levou o artilheiro, que esta época leva 16 golos em 16 jogos, a não celebrar.
Foi muito acarinhado pelos adeptos e voltou a marcar. Que análise faz ao jogo?
-Foi bom jogar pela primeira vez no Chipre. Gostei do ambiente e foi especial. Recebi muito carinho no aquecimento e foi por isso que não festejei o meu golo, porque respeito este povo, o meu irmão mora aqui, e gostei de como me receberam.
O Benfica somou a terceira vitória. Até onde pode ir na Liga Europa?
-O treinador pede-nos para termos os pés na terra e pensarmos jogo a jogo. Se olharmos para a exibição na primeira parte, não podemos jogar assim, nem conseguir ganhar assim. Na segunda parte, percebemos que tínhamos de dar mais e controlámos melhor o jogo. O futuro está muito longe e quero focar-me nos primeiros oito encontros e, depois, jogo a jogo. Só assim conseguimos atingir os objetivos.
É o quarto melhor marcador estrangeiro da história do Benfica. Até onde sente que pode ir?
-Não sabia isso, mas é muito especial saber. Quando se joga num clube enorme como o Benfica e conseguimos esses feitos, aliado à exibição coletiva, deixa-me muito feliz. Quero continuar assim e dar o meu melhor por este clube.