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Com o FC Porto "obrigado" a vencer o PSV na terça-feira, para entrar na corrida pelo apuramento, há um jogador que tem as coordenadas certas para a baliza do adversário europeu. Santiago Gimenez já marcou por quatro vezes ao emblema de Eindhoven, quando representou o Feyenoord. Aliás, esse clube é mesmo uma das principais vítimas do mexicano ao longo da sua carreira. Este dado estatístico, por si só, não deve ser suficiente para que Francesco Farioli lhe ofereça a titularidade na terceira ronda da Liga dos Campeões, mas poderá servir de inspiração para o jogador se for chamado durante o jogo. André Silva e Samu, sublinhe-se, são os principais candidatos ao onze.
As memórias a nível coletivo não são as melhores, com quatro derrotas em oito jogos, mas, individualmente, Gimenez tem razões para sorrir ao ouvir falar do PSV. Um dos golos que marcou, o único na partida, eliminou o adversário portista nos oitavos de final da Taça dos Países Baixos e outro ajudou a um empate, num jogo louco da Supertaça (4-4), que o Feyenoord ganharia nas grandes penalidades.
Santi Gimenez, sublinhe-se, é mesmo o único jogador do FC Porto que sabe como marcar ao PSV. Inbeom, que jogou nos Países Baixos, defrontou-o quatro vezes, ficando sempre em branco. Smalling, que não está inscrito, cruzou-se com a equipa de Eindhoven na Champions - pelo United - e também não faturou. Todos os outros vão estrear-se contra este adversário, mas há um que terá uma noite bem especial: Pablo Rosario. O médio dominicano vai reencontrar a equipa onde jogou cinco temporadas, conquistando um campeonato. Foram 138 jogos, nos quais marcou cinco golos e fez 11 assistências.
O PSV Eindhoven, que na próxima terça-feira visita o Dragão na terceira jornada da Liga dos Campeões, perdeu por 2-1 no terreno do Den Haag. A formação orientada por Peter Bosz, que tinha várias baixas para este encontro e fez gestão, dominou a primeira parte e chegou à vantagem aos 21', por intermédio de Mijnans. Só que o avançado viria a ser expulso, por acumulação de amarelos, pouco antes do intervalo, e o rumo da partida mudou a partir desse momento.
A formação da casa voltou do descanso mais ofensiva, subiu as peças no terreno, e foi em busca do empate, que aconteceu logo aos 55', por Juho Kilo. Até perto do final, apesar de várias tentativas, o Den Haag parecia não conseguir completar a reviravolta, que surgiria com algum dramatismo aos 90'+3', por Matj Sin. Um lance que ainda foi ao VAR, por possível fora de jogo, mas que acabaria validado, confirmando a derrota do rival portista.