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Henning Berg, treinador do Omonia, e Panagiotis Andreou, capitão dos cipriotas, fizeram a antevisão à receção do Benfica, a contar para a terceira jornada da Liga Europa.
O timoneiro do campeão do Chipre mostrou entusiasmo por defrontar as águias, apontando para a experiência europeia dos jogadores do Benfica.
«Estamos ansiosos pelo jogo. Tivemos um bom início, com duas vitórias. Parece um jogo de nível de Liga dos Campeões; o Benfica é uma das melhores equipas de Portugal e venceu o Real Madrid no ano passado. Não sabemos que jogadores vão utilizar, mas têm qualidade e experiência a este nível. É um desafio para nós e um teste para evoluirmos», afirmou.
Em relação à estratégia que irá aplicar para o embate, na tentativa de surpreender a turma da Luz, destacou a necessidade de estar na melhor versão possível. A exigência do calendário aliada à participação nas provas europeias também foi abordada.
«Cada jogo é diferente. O Benfica pode jogar de muitas formas e tem qualidade. Temos de estar a um nível muito alto. É uma equipa com qualidade individual e coletiva, e o treinador é experiente. Para nós, será uma grande experiência para ver o ritmo a este nível e aprender a gerir estas situações», disse.
«É uma oportunidade para ver a intensidade, o ritmo e a qualidade do topo do futebol europeu. Temos de aprender a gerir dois jogos por semana, mesmo contra adversários muito fortes. Jogámos na segunda-feira, enquanto o Benfica não jogou no fim de semana e estará mais descansado. Se queremos continuar a melhorar e ser uma equipa de alto nível, temos de aprender a responder a estas condições», continuou.
Por sua vez, o médio centro, dono da braçadeira de capitão, fez a análise à partida, dando a certeza de que só a vitória interessa.
«Temos um jogo difícil pela frente. O calendário é preenchido, mas a equipa está preparada e quer dar o seu melhor para obter o melhor resultado possível. Sabemos que o Benfica é uma grande equipa, mas continua a ser futebol: são 90 minutos e vence quem for melhor. Vamos dar 100 por cento», declarou.
Com apenas 20 anos, o médio não esconde o orgulho no percurso que tem traçado, coroado com a utilização da braçadeira.
«Estou muito feliz com a minha evolução. Agradeço ao treinador pelo apoio e queremos continuar este trabalho. Tenho de prosseguir a trabalhar para recompensar a confiança do treinador. Sonhei com isso desde criança», concluiu.