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O UOL ouviu as opiniões de ex-árbitros sobre o pedido de pênalti dos jogadores do Santos no empate por 0 a 0 contra o Palmeiras, na Vila Belmiro, pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro.
No lance, aos 35 minutos do primeiro tempo, Philippe Coutinho tentou passe para Barreal, mas Giay interceptou dentro da área. Na visão do árbitro Flávio Rodrigues de Souza, o lateral palmeirense tocou a bola com o ombro, mas os santistas pediram toque de mão. O VAR, comandado por Caio Max Augusto Vieira, não recomendou revisão.
Ninguém anda com os braços levantados e nem muito menos afastados do corpo. Isso aumenta o espaço físico, portanto é uma posição anormal. Todo jogador que assim estiver, ao tocar a bola com mãos e braços, deve ser punido com tiro livre. Estando dentro da área, com pênalti. Foi exatamente isso que ocorreu neste lance, logo deveria o árbitro marcar pênalti na ação irregular, sendo acidental ou intencional. Percebe-se que o infrator ainda tenta recolher o braço para junto do corpo, ele sabia do risco que estava correndo.
Emídio Marques, ex-árbitro
A bola tocou no ombro do defensor. Não foi pênalti, portanto. O curioso deste lance foi a insistência do Gabriel e do Philippe Coutinho, mesmo havendo VAR e após o árbitro explicar que o toque foi no ombro. Assumiram risco de receberem cartão amarelo.
Manoel Serapião, ex-árbitro
Pênalti claríssimo. Um dos mais fáceis e simples para marcar. Errou o árbitro, e o VAR mais omisso da história.
Guilherme Ceretta, árbitro nos EUA
Para mim, pênalti. Um movimento anti-natural.
Alfredo Loebeling, ex-árbitro