flag
back Voltar
Atleta de Rio Preto mira liga profissional de fisiculturismo

Gustavo Chrystopher compete no próximo sábado, em São Paulo; na semana final, a preparação inclui mudanças na dieta e ajustes diários acompanhados pelo treinador

Atleta de Rio Preto mira Pro Card no Mr. Olympia Amateur (Divulgação)
Atleta de Rio Preto mira Pro Card no Mr. Olympia Amateur (Divulgação)

O atleta Gustavo Chrystopher, da academia Go Heat, de Rio Preto, disputa o Mr. Olympia Brasil no próximo sábado (17), em busca do Pro Card, credencial que permite competir na liga profissional de fisiculturismo. Ele sobe ao palco na categoria Classic Physique Open D.

A competição será realizada de 16 a 18 de outubro, no Distrito Anhembi, em São Paulo, e prevê a distribuição de 24 Pro Cards em diferentes categorias. Gustavo chega ao campeonato depois de ficar entre os cinco primeiros em uma disputa com 17 atletas no Arnold Classic . “Consegui ficar no top 5 entre 17 atletas de alto nível”, conta.

Na semana final, a dieta começa a mudar. Gustavo diz que o treinador acompanha diariamente fotos e pesagens para ajustar o protocolo. Depois de um período mais restrito, com refeições de tapioca, ovos, arroz, frango e whey, a ingestão de carboidratos aumentou. Em uma das refeições, por exemplo, ele passou a consumir 300 gramas de arroz e 200 de frango. “Agora a gente está enchendo a musculatura”, afirma.

A rotina também inclui cardio: 45 minutos nos dias de treino e uma hora nos dias de descanso. Segundo Gustavo, a quantidade de água chegou a sete litros por dia e o sal passou a ser contabilizado no protocolo.

Na véspera do campeonato, as estratégias variam conforme a resposta de cada atleta. Gustavo relata que o plano pode incluir arroz, frutas, mel e alimentos mais salgados, como hambúrgueres. Em alguns casos, diz, pode haver até uso de vodca para acentuar a desidratação. “Tudo depende do olhar do treinador”, afirma.

Ele começou a competir aos 17 anos, mas ficou afastado após quebrar o braço e retomou as disputas da NPC em 2024. O caminho até o palco também envolve custos com inscrições, viagens e acompanhamento profissional. O apoio da família tem sido importante: “Hoje minha mulher é minha base.” O Pro Card é o primeiro passo para competir como profissional. A vaga no Olympia mundial depende de classificações posteriores.

Você pode gostar

Atleta trans é proibida de jogar com mulheres e vai à Justiça

odia.ig.com.br 7 horas atrás

Acidente de Nory marca dia difícil do Brasil nas eliminatórias do Mundial

correiobraziliense.com.br 5 horas atrás