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Atleta trans é proibida de jogar com mulheres e vai à Justiça

Tiffany Abreu tenta reverter proibição da CBV e garantir participação na Supercopa e na Superliga

Tiffany Abreu tenta reverter na Justiça a proibição de disputar competições nacionais - Reprodução Instagram

Tiffany Abreu tenta reverter na Justiça a proibição de disputar competições nacionaisReprodução Instagram

Publicado 17/10/2026 07:03

A jogadora Tiffany Abreu, do Osasco, está enfrentando uma disputa que não se resolve com saque, bloqueio ou cortada. A atleta, primeira mulher trans a disputar a elite do vôlei brasileiro, recorreu à Justiça após a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) adotar novas regras que impedem a participação de atletas trans nas competições femininas nacionais. A entidade passou a exigir critérios de elegibilidade que incluem testes genéticos.

Tiffany, que joga a Superliga desde 2017, teve sua inscrição barrada para a Supercopa e a Superliga. Após uma liminar negada pela Justiça Desportiva, a defesa recorreu à Justiça comum. Aos 41 anos, a jogadora quer encerrar a carreira dentro das quadras, e não por uma decisão administrativa. 

Tiffany Abreu tenta reverter na Justiça a proibição de disputar competições nacionais
Tiffany Abreu

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