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O árbitro Lucas Casagrande cometeu um erro grave na derrota por 2 a 1 do Inter para o Fluminense, no Maracanã.
No segundo tempo, quando o Inter vencia por 1 a 0, Renê deu um carrinho forte, atingindo a perna de Villagra com as travas da chuteira. O árbitro mostrou amarelo e o VAR, comandado por Heber Roberto Lopes, não interferiu. Na minha avaliação, era lance para vermelho direto, embora exista margem para interpretação.
O problema maior veio poucos minutos depois. Já amarelado, Renê puxou a camisa de Aguirre, que avançava em direção à área numa jogada promissora. Uma falta clara, sem disputa pela bola, que exigia o segundo amarelo. Casagrande não deu.
Uma decisão inexplicável. O primeiro lance até pode gerar debate. O segundo, não. Faltou coragem ao árbitro para aplicar uma punição adequada.
O erro ganhou ainda mais peso porque, pouco depois, o Fluminense empatou. Na sequência do gol, o técnico Marcão substituiu Renê por Guilherme Arana.
O time carioca ainda conseguiu a virada no último lance, num minuto adicional aos seis inicialmente indicados. Sobre os acréscimos, não vejo erro. O Inter fez uma substituição nesse período, o que justifica a compensação.
O erro grosseiro da arbitragem foi deixar Renê em campo. Uma decisão que poderia ter mudado a história da partida.