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O futebol brasileiro colocou cinco representantes entre os 30 melhores clubes do mundo na formação de jogadores, segundo levantamento divulgado nesta quarta-feira pelo Observatório do Futebol CIES, centro de pesquisas com sede na Suíça. O Palmeiras aparece na melhor posição entre os brasileiros, em 13º lugar, seguido por São Paulo (15º), Flamengo (19º), Fluminense (28º) e Santos (29º).
A classificação considera atletas formados pelos clubes que atuam em 49 campeonatos nacionais de primeira divisão ao redor do mundo. A metodologia leva em conta não apenas a quantidade de jogadores revelados, mas também o nível das competições disputadas, o tempo em campo e a idade dos atletas.
O Benfica, de Portugal, lidera o ranking mundial, com índice de 101,3 pontos e 93 jogadores formados atuando nas ligas analisadas. Os argentinos River Plate, com 97,6 pontos e 94 atletas, e Boca Juniors, com 96,7 pontos e 93 jogadores, aparecem na segunda e terceira posições, respectivamente. O Vélez Sarsfield, também da Argentina, ocupa o quarto lugar, enquanto o Ajax, da Holanda, fecha o grupo dos cinco primeiros.
Entre os brasileiros, o Palmeiras registra índice de 65,7 pontos, com 59 jogadores formados. O São Paulo aparece logo atrás, com 65,5 pontos e 60 atletas. O Flamengo soma 63,1 pontos, com 58 jogadores, enquanto o Fluminense alcança 59,1 pontos, com 55 atletas. O Santos completa a lista nacional, com 58,7 pontos e 53 jogadores revelados.
Outro destaque do estudo é a presença de atletas formados pelos clubes brasileiros nas cinco principais ligas europeias: Inglaterra, Espanha, Itália, Alemanha e França. O Flamengo lidera esse recorte entre os representantes do país, com oito jogadores. Palmeiras e São Paulo têm cinco cada, enquanto o Santos conta com quatro e o Fluminense, com três.
Para ser considerado formador, um clube precisa ter contado com o jogador por pelo menos três anos entre a temporada em que ele completou 15 anos e aquela em que completou 21 anos.
O índice combina quatro critérios principais: número de atletas formados em atividade nas 49 ligas analisadas, nível esportivo das competições disputadas, minutos em campo no último ano e idade dos jogadores. Atletas mais jovens recebem maior peso nesse último critério.
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