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Braga dispara contra o Conselho de Arbitragem, dizendo sentir-se prejudicado nos jogos contra o Gil Vicente, o Moreirense e o Sporting
Num comunicado intitulado "Desnorte da arbitragem", o Braga aponta erros no jogo com o Gil Vicente, denuncia ter sido prejudicado noutros dois, e aponta a mira ao Conselho de Arbitragem e à sua liderança, que "constituem um enorme factor de instabilidade para o sector, patente na intranquilidade que os árbitros revelam em campo e na falência da rede de segurança que devem constituir os vídeo-árbitros na Cidade do Futebol".
Nesse sentido, o Braga "reitera a urgência de uma intervenção superior que possa devolver à arbitragem a confiança necessária e que salvaguarde a integridade das competições".
"(...) repetiram-se erros flagrantes com impacto no resultado e que sinalizam muito negativamente os árbitros, mas também, e sobretudo, o VAR, que não agiu perante erros claros e óbvios, conforme impõem os protocolos. É inexplicável a inação na análise do lance que resulta no 1-1, e que se inicia com falta claríssima sobre o jogador Pau Víctor, sendo evidentes as marcas no tornozelo direito do avançado. E se este lance é merecedor de revisão para anulação do golo, é também inconcebível que, depois de análise demorada, o VAR não tenha evidenciado o penálti cometido sobre Ricardo Horta, já em descontos, por falta flagrante do defensor do Gil Vicente FC, que atingiu, de sola, o joelho direito do capitão do SC Braga, impedindo-o de finalizar. Para cúmulo, prevaleceu o amarelo a Ricardo Horta por simulação. São erros grosseiros e, mais uma vez, com impacto direto no resultado, mas que acima de tudo surgem na sequência de um arranque de campeonato altamente errático da parte da arbitragem e que, conforme já sinalizado, teve impacto pontual extensível aos jogos contra o Moreirense FC e contra o Sporting CP", referem os arsenalistas.
"Tendo o Conselho de Arbitragem recuado radicalmente na partilha de informações com o público, inclusive as avaliações qualitativas dos árbitros e dos VAR, é do conhecimento do SC Braga que, na passada semana, se realizou um briefing de análise da jornada 8, tendo a Direção do CA dado indicações de que o lance aos 49 minutos do SC Braga x Sporting CP não é penálti. Esta diretriz, contrária à análise da generalidade dos especialistas, gerou enorme confusão no quadro de árbitros e é reveladora da desorientação da liderança, que para além de exposta para o exterior, caiu em descrédito também entre os seus; O SC Braga entende que conversas privadas entre elementos do jogo devem permanecer enquanto tal, mas faz fé no que foi revelado pelo treinador Carlos Vicens relativamente à arbitragem do jogo contra o Sporting CP. Fica registada, porém, a celeridade com que o Conselho de Arbitragem disparou contra-informação para os media e que nos merece duas notas. A primeira para congratular a liderança pela sua atenção em tempo real, que contrasta com episódios recentes; a segunda para assinalar que estaremos atentos à coerência que o precedente merecerá", revela o clube bracarense, continuando a criticar.
"É para o SC Braga evidente que o atual Conselho de Arbitragem e a sua liderança constituem um enorme factor de instabilidade para o sector, patente na intranquilidade que os árbitros revelam em campo e na falência da rede de segurança que devem constituir os vídeo-árbitros na Cidade do Futebol. Nesse sentido, o Clube reitera a urgência de uma intervenção superior que possa devolver à arbitragem a confiança necessária e que salvaguarde a integridade das competições", sublinham.
"Comunicado | Desnorte da arbitragem
Não obstante as análises e as ações internas sobre o momento desportivo da equipa principal de futebol, que constituem o foco de toda a estrutura, jogadores e staff, é imperativo que o SC Braga mantenha voz firme sobre o desnorte que afeta o sector da arbitragem e que o Clube e o seu Presidente têm vindo a denunciar.
Esta segunda-feira, no jogo frente ao Gil Vicente FC, repetiram-se erros flagrantes com impacto no resultado e que sinalizam muito negativamente os árbitros, mas também, e sobretudo, o VAR, que não agiu perante erros claros e óbvios, conforme impõem os protocolos.
É inexplicável a inação na análise do lance que resulta no 1-1, e que se inicia com falta claríssima sobre o jogador Pau Víctor, sendo evidentes as marcas no tornozelo direito do avançado. E se este lance é merecedor de revisão para anulação do golo, é também inconcebível que, depois de análise demorada, o VAR não tenha evidenciado o penálti cometido sobre Ricardo Horta, já em descontos, por falta flagrante do defensor do Gil Vicente FC, que atingiu, de sola, o joelho direito do capitão do SC Braga, impedindo-o de finalizar. Para cúmulo, prevaleceu o amarelo a Ricardo Horta por simulação.
São erros grosseiros e, mais uma vez, com impacto direto no resultado, mas que acima de tudo surgem na sequência de um arranque de campeonato altamente errático da parte da arbitragem e que, conforme já sinalizado, teve impacto pontual extensível aos jogos contra o Moreirense FC e contra o Sporting CP.
Expostos os factos, com os quais o SC Braga não deixará de confrontar publicamente a liderança do sector, impõe-se também a denúncia de factos ocorridos nos últimos dias:
- Tendo o Conselho de Arbitragem recuado radicalmente na partilha de informações com o público, inclusive as avaliações qualitativas dos árbitros e dos VAR, é do conhecimento do SC Braga que, na passada semana, se realizou um briefing de análise da jornada 8, tendo a Direção do CA dado indicações de que o lance aos 49 minutos do SC Braga x Sporting CP não é penálti. Esta diretriz, contrária à análise da generalidade dos especialistas, gerou enorme confusão no quadro de árbitros e é reveladora da desorientação da liderança, que para além de exposta para o exterior, caiu em descrédito também entre os seus;
- O SC Braga entende que conversas privadas entre elementos do jogo devem permanecer enquanto tal, mas faz fé no que foi revelado pelo treinador Carlos Vicens relativamente à arbitragem do jogo contra o Sporting CP. Fica registada, porém, a celeridade com que o Conselho de Arbitragem disparou contra-informação para os media e que nos merece duas notas. A primeira para congratular a liderança pela sua atenção em tempo real, que contrasta com episódios recentes; a segunda para assinalar que estaremos atentos à coerência que o precedente merecerá.
É para o SC Braga evidente que o atual Conselho de Arbitragem e a sua liderança constituem um enorme factor de instabilidade para o sector, patente na intranquilidade que os árbitros revelam em campo e na falência da rede de segurança que devem constituir os vídeo-árbitros na Cidade do Futebol. Nesse sentido, o Clube reitera a urgência de uma intervenção superior que possa devolver à arbitragem a confiança necessária e que salvaguarde a integridade das competições."