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Ivan Perisic: O veterano internacional croata demonstrou uma vez mais que velhos são os trapos. Uma excelente primeira parte do extremo, que desta vez jogou no lado esquerdo do ataque. Combinou muito bem com Kostic na ala esquerda do PSV, e dos seus pés e da sua exímia leitura de jogo, saíram vários dos momentos de maior perigo da equipa holandesa. Variações de jogo, controlos orientados, e movimentações sempre precisas e intencionais. Grande exibição do craque croata.
Filip Kostic: O extremo convertido a lateral cumpriu defensivamente, e no ataque, foi sempre um quebra cabeças para a defesa portista, deixando muitas vezes em evidência e a falta de contundência do lateral azul e branco Alberto Costa. Desperdiçou uma grande oportunidade já perto do intervalo, surgindo isolado diante de Diogo Costa, mas a definir mal, num lance que podia ter inaugurado o marcador para a sua equipa. Na segunda parte, um excelente cruzamento seu a não ter o melhor seguimento por parte de Esmir Bajraktarević que rematou ao poste da baliza azul e branca.
Mauro Júnior: Um jogador muito polivalente, que pode jogar como lateral, interior ou como duplo pivô, como foi o caso do jogo de hoje. Muito critério no passe e com chegada à área, jogou como quis nos primeiros 45 minutos e foi um dos principais construtores do ataque dos campeões holandeses. Manteve o seu rendimento nos segundos 45 minutos. Um dos jogadores mais esclarecidos dos holandeses.
Oskar Pietuszewski: Dos poucos destaques positivos da primeira parte do FC Porto. O prodígio polaco tentou remar contra a maré numa equipa totalmente sem ideias e sem fazer um único ataque organizado na etapa inicial da partida. Dispôs de várias oportunidades de golo, falhou nesse capítulo, mas foi o único que criou desequilíbrios na defesa holandesa. Abandonou o terreno de jogo à passagem da hora de jogo, visivelmente esgotado.
Hwang In-beom: Lançado no jogo, logo a seguir ao golo do PSV, o médio coreano entrou bem na partida, e dos seus pés saíram muitos dos ataques perigosos dos dragões na última meia-hora de jogo. Fez um passe fantástico para André Silva poder empatar o resultado, mas o avançado português não finalizou da melhor forma. Sempre clarividente com a bola nos pés, demonstrou que merece ter mais minutos na equipa de Farioli.