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Declarações de Francesco Farioli em conferência de imprensa de antevisão ao FC Porto-PSV, jogo marcado para terça-feira (20h00) e relativo à terceira jornada da fase de liga da Liga dos Campeões
PSV de Peter Bosz joga parecido com o FC Porto: "Todas as suas equipas são reconhecíveis, com uma identidade muito clara, muito brava, muito ofensiva. Já disse alguns números porque é muito impressionante marcar, três vezes seguidas, mais de 100 golos na liga e estar também bem na Champions. Sobre o tipo de jogo que vamos enfrentar, sabemos o que nos espera, com pequenos detalhes e estratégias em termos de abordagem e duelos individuais, e jogadores que, em certas posições, podem ter um impacto diferente, como Mauro Júnior, que tem dinâmicas diferentes, ou Perisic. De acordo com isto, coletiva e individualmente, será um jogo muito exigente para nós."
Saída de bola do PSV: "É uma equipa que, na construção, tem soluções diferentes e capacidades individuais dos centrais para combinar passes curtos e lançar bolas longas. Sabemos o que eles têm e, da nossa parte, vamos tentar ser o mais agressivos possível para reduzir esse espaço. Será um dos elementos-chave para amanhã."
Equipas neerlandesas têm sempre dificuldades contra equipas portuguesas. Porquê? "É uma abordagem um pouco diferente. Há dias, comparámos ligas diferentes e a Eredivisie destaca-se como a mais física fora do top-5 e da nossa liga. Não interessa se é um grande clube a jogar com um pequeno, vemos sempre blocos altos e pressão alta. Isso é uma das grandes diferenças. Na liga portuguesa, não são tão comuns estes blocos altos, especialmente contra equipas do top 4 ou 5. Aqui há mais noção defensiva e desejo de controlar o jogo; nos Países Baixos, é mais sobre jogos abertos e muitos duelos em todo o lado."
Já ganhou duas vezes a Peter Bosz: "O passado é passado, são clubes diferentes e muitos jogadores mudaram. Isso não nos dá qualquer crédito ou vantagem tática. É um jogo diferente, estamos a prepará-lo conhecendo-nos a nós e os jogadores que eles têm. Não há nada a celebrar desse tempo, que já passou há muito."
Tem saudades de Amesterdão? "As minhas memórias adoráveis do clube [Ajax] e da cidade são algo de que gosto muito. Foi a minha primeira vez num grande clube e tenho uma conexão com as pessoas de lá. Algumas vieram visitar-me aqui há pouco tempo. O futebol afastou-nos, mas a amizade e a conexão mantêm-se."