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Gianni Infantino pediu desculpas ao Conselho da FIFA pelo plano milionário de venda dos direitos do Mundial, mas foi informado de que não vai ser reeleito, a não ser que divulgue todos os documentos do referido plano e preste esclarecimentos. Nesta quinta-feira, em Zurique (Suíça), o Conselho da FIFA reuniu-se pela primeira vez desde o estalar da polémica no pós-Mundial 2026.
Além de pedir desculpas, o presidente da FIFA também procurou esclarecer o Prémio da Paz atribuído a Donald Trump e a anulação do cartão vermelho do avançado Balogun (Estados Unidos) durante o Mundial 2026.
Aos jornalistas, a presidente da Federação Inglesa de Futebol e vice-presidente da FIFA, Debbie Hewitt, revelou que muitas questões ficaram sem resposta.
Desde o final de julho, a UEFA faz marcação cerrada a Infantino, tendo avançado com processos judiciais nos tribunais norte-americanos. Uma vez que o presidente da FIFA não divulgou todos os documentos do plano milionário, tanto a UEFA como a maioria das federações europeias continuam contra a recandidatura.
O dirigente tentará o terceiro mandato em março. Até ao momento não há outra candidatura. Todavia, a BBC avança que Arsène Wenger – treinador lendário do Arsenal, de 76 anos – tem sido encorajado a avançar.