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O universo sportinguista certamente estará lembrado da derrota com o LASK Linz, para a Liga Europa, em 2020, no início da 'era Amorim'. Desse 4-1, apenas restam Nuno Santos, Gonçalo Inácio e Eduardo Quaresma. Na antevisão a um novo duelo com os austríacos, Rui Borges preferiu olhar para o presente.
«Acredito que [os jogadores] tenham conhecimento e que serve de alerta. Agora, não olhámos para esse jogo. Ja lá vão muitos anos e ao longo deste tempo que passou - esse jogo era para a Liga Europa - o Sporting tem cimentado a sua permanência na Liga dos Campeões e a sua grandeza a nível europeu. Dar continuidade à sua história e estar dentro dela.»
«É importante mantermos a ambição que temos tido e a humildade também. A teoria não existe no futebol. Até pelos resultados que temos visto: as equipas fortíssimas têm tido alguns dissabores. Cada uma delas à sua maneira, com as suas armas. É muito importante respeitar o LASK. É importante cimentar vitórias em casa. Amanhã não foge à regra. Sabemos o quão importantes são os 3 pontos para atingir o objetivo, que é o playoff. O LASK teve dois jogos da Champions e não fugiu à sua ideia. No processo ofensivo é perigosíssimo. Tirou o Celtic, que é uma grande equipa, para fora da Champions com um 5-1 em sua casa. Demonstra bem o poderio ofensivo de que falava.»
«O LASK não é uma equipa que pressione muito alto, gosta de andar em bloco médio e baixo, vai variando o sistema em termos defensivos. É uma equipa que, nesse momento, tenta defender ao máximo a baliza. É das equipas mais perigosas em contra-ataques rápidos, temos de estar muito ligados nos momentos com bola, especialmente. Temos de confiar... desconfiando. É isso que lhes digo por vezes. E estar equilibrados para não deixarmos o LASK entrar nesse momento, porque é uma equipa muito forte, muito vertical no ataque à profundidade.»