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Vitinha esteve ao lado de Luis Enrique na conferência de antevisão ao jogo contra o Barcelona, a contar para a terceira jornada da fase de liga da Liga dos Campeões. O médio abordou o momento que João Neves tem vivido nos parisienses, desvalorizando uma eventual perda de espaço na equipa.
«Tal como acontece com o Kvaratskhelia, existem altos e baixos. Começa-se logo a falar assim que alguém não joga. É normal, faz parte da competição. Temos grandes jogadores», começou por dizer.
De seguida, o internacional português abordou a sua evolução desde que chegou a Paris, proveniente do FC Porto.
«Sinto-me diferente. Ainda me falta algumas coisas, como o treinador me costuma dizer. Contudo, tem sido uma aventura muito bonita, que ainda não acabou e assim espero que continue. Quando o treinador te pressiona, não te deixa ficares confortável, é difícil continuares nesse nível durante muito tempo. O que nós fazemos aqui é difícil, mas queremos continuar», sublinhou.
Quando deixava rasgados elogios a Dembélé, Vitinha não escapou à pergunta do momento: quem merece a Bola de Ouro?
«Há muiito tempo que o Dembélé tem sido o líder da equipa. O que nos dá é único. Acho que merece mais reconhecimento porque sabemos bem do que é capaz. Relativamente à Bola de Ouro, como já tive oportunidade de dizer, acho que a Liga dos Campeões é o que mais importa, por isso um jogador do PSG deveria vencê-la. Mas também existem outros jogadores muito bons, como Kylian Mbappé, Lamine Yamal, Olise… No entanto, a escolha justa seria um jogador do PSG», defendeu.
Por fim, Vitinha comentou a ausência de Nuno Mendes por lesão. O lateral português e Yamal, recorde-se, têm protagonizado duelos de grande intensidade sempre que se defrontam.
«Medo? Não diria isso. O Yamal é um dos melhores jogadores do mundo. O que ele faz é incrível. Contudo, não vamos jogar só contra ele: vamos defrontar uma grande equipa. Final antecipada? É muito cedo para isso. Estamos em outubro e sabemos como as coisas mudam durante a época, porque não é a mesma coisa jogar agora ou em março», concluiu.