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Há mais de 30 anos envolvido com a bocha, Luiz Sartori, natural de Veranópolis, volta a integrar a seleção brasileira em uma competição internacional. A experiência mais recente ocorreu em 2017, quando participou de um Campeonato Pan-Americano no Peru, em outra modalidade.
Agora, ele retorna com a função de diretor-técnico para comandar o grupo que representará o país no Mundial de Garibaldi. O fator mental é fundamental nesse esporte.
— Na bocha, eu acho que a principal qualidade é o atleta ter sangue frio. Nós estamos disputando um esporte onde não existe o contato físico, é simplesmente um esporte de concentração e treinamento. Então, o psicológico do atleta tem que ser excelente, ele tem que estar tranquilo — afirmou Luiz Sartori.
O Campeonato Mundial, com representantes de 25 países dos cinco continentes: Além do Brasil, tem Argélia, Argentina, Austrália, Áustria, Brasil, Canadá, Chile, China – Hong Kong, Croácia, Eslováquia, Eslovênia, Estados Unidos, França, Itália, Líbia, Malta, México, Nigéria, Paraguai, Peru, San Marino, Suíça, Tunísia, Turquia e Uruguai. Entre esses, os principais adversários são da Europa e da América do Sul.
— A Itália. Aqui na nossa na América do Sul, a Argentina. Como no futebol, na Bocha é igual e a rivalidade é enorme. A torcida vai fazer uma diferença muito grande e dar uma tranquilidade para os nossos jogadores e, talvez, deixar o pessoal que vem de fora um pouquinho mais nervoso — finalizou.